VOCÊ DEVIA OUVIR ISTO: Faith No More, Album Of The Year


Dia Indicado para ouvir: Sexta-Feira

Hora do dia indicada para ouvir: Meio-Dia.
 
Definição em um poucas palavras: Alternativo, Classudo, Guitarra, Pesado, Progressivo.

Estilo do Artista: Rock Alternativo.
 
Comentário Geral:  Para muitos este é um álbum que marca o fim de uma das bandas mais interessantes do rock pesado. Para mim, este é o supra-sumo da discografia do Faith No More. Sendo imparcial, podemos não qualificá-lo como uma obra-prima, obstante não é o desastre que muitos pregam. Um pouco mais carregado de musicalidade e sensibilidade (faixas como Stripsearch e Helpless comprovam este fato) que o clássico The Real Thing (1989), elementos que já vinham sendo trabalhados nos dois álbuns anteriores, King For A Day… Fool For a Lifetime (1995, que, apesar da qualidade isolada de suas canções, apresentava uma mistura heterogênea de estilos) e Angel Dust (1992, que tem a péssima A Small Victory em seu tracklist), adicionando alguns elementos eletrônicos que deram uma certa “liga” ao que parecia heterogêneo entre as canções. Apesar do desgosto de alguns fãs, este tempero (que foi adicionado com pitadas de teclados como era feito nos álbuns de outrora) pode ser o responsável por criar um elo entre canções mais rápidas e agressivas (como Naked In The Front Of The Computer e Got That Feeling) com baladas e músicas mais introspectivas (como She Loves Me Not, uma das melhores baladas criadas pela banda e Helpless, a melhor faixa do álbum). Importante salientar que a banda estava implodindo quando compôs este álbum, cabendo ao baixista Billy Gould liderar o quarteto que sobrou e recrutar John Hudson para as guitarras. Mesmo parecendo um álbum para, pura e simplesmente, cumprir contrato, poucas canções da banda são tão carregadas de emoção quanto as aqui presentes. Mike Patton se mostra no auge de sua condição vocal e interpretação, sendo o máximo destaque individual em Album Of The Year e este desenvolvimento seria crucial no sucesso de seus projetos futuros. Além do Top 3 citado posteriormente, ainda destaco as faixas Collision, Ashes To Ashes, a belíssima She Loves Me Not, Paths Of Glory, a genial Home Sick Home e Pristina como pérolas deste explosivo álbum que é visceral, mas cerebral.

Ano: 1997.
 
Top 3: Stripsearch, Last Cup Of Sorrow, Helpless.
 
Formação: Mike Patton (vocal), Billy Gould (baixo), Mike Bordin (bateria), Roddy Bottum (teclados) e Jon Hudson (guitarra).

Disco Pai: Jane’s Addiction: Ritual de lo Habitual (1990)
 
Disco Irmão:  Paradise Lost:  One Second (1997)

Disco Filho: System Of A Down: Hipnotyze (2005)
 

Curiosidades:  Mesmo marcando o fim da banda, a turnê deste álbum é considerada a melhor executada pela banda em sua história e suas apresentações nesta época são reverenciadas fervorosamente por seus fãs.

 
Pra quem gosta de: Rebeldia adulta, emoção em profusão, comida oriental, roupas sociais coloridas e cerveja.

 

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