ROCK MADE IN BRAZIL: A Era de Ouro 1968 – 1982 – Parte 2

Continuemos nosso caminho que percorre a parte mais rica da história do rock brasileiro. Um tempo em que as bandas não eram influenciadas pelos ditames das gravadoras que muitas vezes influenciaram na sonoridade dos grupos na década seguinte, fortemente temperada pelo adocicado em demasia da new wave. No primeiro ato de nossa saga, passeamos pelos primórdios do estilo roqueiro no Brasil, suas metamorfoses sessentistas e alguns dos principais nomes da cena psicodélica nacional, cujas ideias desaguaram no que viria a ser o autêntico (e belo) rock progressivo verde e amarelo. Foi na década de setenta que o rock se consolidou como parte integrante da fértil cena musical brasileira, muito em função das misturas executadas pelos mais variados nomes. A junção do rock clássico, o folk americano e o progressivo inglês com sonoridades  regionais das mais diversas forjou uma forma única e original de executar o rock n’ roll, que amadureceu e trouxe para seu séquito de admiradores não somente os jovens, mas as gerações anteriores que se compraziam de melodias naturais aos ouvidos já não tão joviais. A verdade é que o cenário do rock brasileiro estava mudando drasticamente e pouco restara da cena sessentista que deu o impulso necessário para a popularização do rock no Brasil. Poucos nomes da Jovem Guarda resistiram ao tempo e os que o fizeram, à exceção de Roberto Carlos e Eramo Carlos, migraram para outros estilos mais comerciais e menos exigentes como o country-sertanejo e (ou) a música brega. Abrindo as cortinas para  o novo ato dentro deste cenário musical, o maior nome que o rock brasileiro já produziu, o mito Raul Seixas.

Raul Seixas: Gita. Durante muitos anos os clipes nacionais eram produzidos
para exibição no programa Fantástico da Rede Globo. Confira a apresentação antes do início do clipe.

Raul Seixas: o rei do rock brasileiro

Não há como negar. Existe uma mística em torno do nome Raul Seixas, ou Raulzito para os fãs. Baiano, Raul Santos Seixas, começou sua carreira ainda nos anos 60, mas só viria a experimentar o sucesso na década subsequente com o lançamento de grandes obras-primas que fazem parte da discografia básica do rock nacional.  Um ídolo quase metafísico, entoando versos carregados de filosofia excêntrica aos mais conservadores e tachado de satanista por seus opositores que não podiam negar a qualidade de suas canções. Após um fracassado álbum com o grupo Raulzito e Os Panteras e uma breve carreira como produtor musical, Raul Seixas se tornaria o maior nome do rock nacional, com álbuns aclamados por público e crítica. Bons exemplos são os discos que formam a quadra inicial de sua carreira: o espetacular Krig-ha Bandolo! (debut solo de 1973), o marco histórico Gita (1974), o maduro Novo Aeon (1974) e o excepcional 10 Mil Anos Atrás (1976). A citação destes quatro álbuns não desmerecem nenhum dos lançamentos que completam sua discografia, mas os discos oitentistas são menos brilhantes que os anteriores. Como produtor, Raul foi responsável por uma magistral obra da música nacional: o disco Sessão das Dez, da Sociedade da Grã Ordem Kavernista, que trazia Sérgio Sampaio, Edy Star, Miriam Batucada, além dele próprio. Um manifesto em formato musical contestando o consumo, o caos urbano e aqueles indivíduos que adentravam o mundo hippie apenas por modismo. As músicas desfilam nos mais diversos estilos e o projeto pode ser visto como um filho primogênito do álbum Tropicália. A verdade é que toda a poesia entoada por Raul Seixas em canções versadas sobre religião, filosofia e reflexões da vida cotidiana o fizeram um nome mítico, idolatrado e reverenciado como um profeta dos tempos modernos. Após sua morte a legião de fãs só aumentou, alimentando de modo consistente a lenda anárquica que Raul se tornou, sendo este pequeno parágrafo incapaz de mensurar, pois sua obra merece um estudo aprofundado.
Raul Seixas: o maior nome do rock nacional.

MPB n’ Roll: A musica brasileira se funde ao rock.

Os anos setenta foram os responsáveis por unir as mais diversas vertentes da música brasileira com o rock. Um dos grandes responsáveis por tal fusão foi o grupo Secos e Molhados, que trazia um vocalista performático, no melhor estilo Peter Gabriel, com uma brasilidade latente em suas canções. Ney Matogrosso, o tal vocalista, foi um dos primeiros no Brasil a investir em um visual andrógino e a banda faz uma mescla tão consistente de MPB com rock, que seu álbum de estréia vendeu mais de um milhão de cópias no ano de seu lançamento, 1973. Clássicos como Sangue Latino, O Vira, Rosa de Hiroshima Flores Astrais representam bem os dois álbuns lançados pelo grupo, mas não resumem a beleza destas duas pérolas do rock nacional. De Minas Gerais, a dupla Lô Borges e Milton Nascimento encabeçavam uma mistura perfeita de MPB e Beatles em seu álbum Clube da Esquina, uma das maiores obras-primas da música brasileira. Creio que o lugar que mais contribuiu com a miscigenação de sonoridades no rock brasileiro foi a região nordestina, mais especificamente a cena de Pernambuco. O primeiro nome que vem à mente neste quesito é o Quinteto Violado que dosava pop rock com sonoridades múltiplas da MPB regionalista.

MPB n’ roll: Secos e Molhados, Alceu Valença, Lô Borges & Milton Nascimento, Zé Ramalho.

Não menos pioneiros, Alceu Valença e Geraldo Azevedo também investiam na mistura lá pelos idos de 1972. A importância de Alceu Valença se dá por ter, didaticamente, mostrado que é possível mesclar o instrumental nordestino com letras ressaltando as tradições locais, mas de um modo carregado de rebeldia com os riffs roqueiros que eram encaixados em suas canções. Como expoentes desta tese estão os álbuns Molhado de Suor (1974) e Vivo (1976) que abririam as portas para grupos como o Ave Sangria e Flaviola e o Bando do Sol. O ápice do rock entremeado de música nordestina se deu com Zé Ramalho. Sim, Zé Ramalho faz rock. Basta compará-lo a nomes grandiosos do folk rock americano, especialmente Leonard Cohen, e perceber que a sonoridade soturna e apocalíptica de algumas de suas canções soam muito pesadas, mesmo sendo compostas e tocadas em violões. É obrigatório ouvir discos como Avohai (1978) e Paêbirú, gravado em parceria com Lula Côrtes, onde desfilam uma verdadeira viagem psicodélica nordestina, com guitarras distorcidas ladeadas por música regionalista. E por falar em música nordestina, não podemos nos esquecer de dois grandes nomes do rock nacional: A Cor do Som e Os Novos Baianos. Intimamente ligados (já que A Cor do Som foi o grupo que acompanhou Moraes Moreira após sua saída dos Novos Baianos, além de ser o conjunto referenciado, com algumas alterações de formação, no encarte do álbum Acabou Chorare como banda de apoio para o grupo), os dois grupos quebraram paradigmas dentro da música nacional. Os Novos Baianos chacoalharam o cenário com seu antológico Acabou Chorare, um álbum sem par na música brasileira, que foi composto por um time de craques como Pepeu Gomes, Baby Consuelo, Paulinho Boca de Cantor e Moraes Moreira. Brasil Pandeiro, Preta Pretinha e Acabou Chorare viraram hinos do cancioneiro nacional, além de trazer todo um regionalismo ao rock com bastante classe e certo requinte hippie, se é que isso é possível. Já o grupo A Cor do Som veio com uma proposta diferente da usual. Se valendo de canções instrumentais, apresentaram uma sonoridade carregada de guitarras com forte tempero baiano (acredito que os primeiros grupos baianos de axé roubaram um pouco da sonoridade da banda). Seus álbuns Frutificar e o primeiro auto-intitulado são marcos do rock nacional por sua originalidade, o que os rendeu um convite para tocar no renomado Montreaux Jazz Festival.

 
Secos e Molhados: Flores Astrais.  Uma canção recheada de interpretações que iam de encontro à opressão sofrida na ditadura e uma das mais belas deste período do rock nacional.

Rock Rural: As guitarras se encaminham ao interior.

Se existe uma forma musical brasileira por essência, esta é o que chamamos de música caipira (não confunda com as duplas sertanejas que misturaram o tempero da música do campo aos ritmos latinos forjando um novo som sertanejo e que descambou no indecente e famigerado sertanejo universitário). A viola tão presente nos campos foi adicionada ao rock brasileiro assim como os americanos fizeram com sua música country ao criar o folk rock e o country rock. Aqui, ao sul da Linha do Equador, nossa mistura foi denominada de rock rural e o termo ainda englobava qualquer modo de misturar os estilos regionalistas com o rock e o folk americano do anos 60 (leia-se Bob Dylan, Leonard Cohen e Joan Baez). O grupo Almondegas, que trazia a dupla Kleiton & Kledir,  o trio de Ruy Maurity, o grande Renato Teixeira e Sá Rodrix e Gurabira começaram a implementar suas músicas com fortes temperos musicais provenientes do interior do Brasil. O estilo começou a ganhar forma com canções como Casa no Campo (que batizaria o estilo com os versos “Eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”), de Zé Rodrix e Tavito, outro grande nome da cena e descendente direto do grupo mineiro Clube da Esquina, que compôs uma das mais belas canções do estilo, chamada Rua Ramalhete.

Rock Rual, um estilo basicamente formado por canções esparsas em discos mais variados nomes da musica teve seus pilares com os grupos Boca Livre e Sá, Rodrix e Guarabyra. Mas o primeiro álbum dos cantores Fagner e Tavito basicamente abriram caminho para o estilo.

O cantor Fagner, em seu primeiro álbum, ajudou a consolidar esta nova sonoridade brasileira com o sucesso da canção Canteiros e a inserção da versão de Serafim e seus Filhos feita por Ruy Maurity e Trio em trilhas sonoras globais só elevou a  popularidade do estilo que, se não tinha álbuns específicos voltados a ele, havia uma extensa gama de compositores que abusavam de suas fórmulas. Até mesmo Raul Seixas se arriscaria no rock rural com as músicas Ouro de Tolo Capim Guiné. No limiar da década de 70, novas bandas aparecerem investindo nesta sonoridade. O Boca Livre era um grupo vocal que tinha em seu primeiro lançamento, auto-intitulado, lançado em 1979, um dos expoentes máximos deste estilo musical que pode não ser genuinamente brasileiro, mas é completamente temperado pelos nossos sabores do interior. Canções como Toada (um verdadeiro hino do rock rural), Quem Tem A Viola, Mistérios, Diana e Feito Mistério são verdadeiras pérolas que adentraram os anos 80 e junto com alguns clássicos do 14 Bis (como Bola de Meia, Bola de Gude, Linda Juventude e Todo Azul do Mar) criaram uma gama consistente de sucessos rurais.

Boca Livre: Toada. Uma das pérolas máximas do rock rural.

Hard n’ Brasil: O rock pesado invade nossas fronteiras

Infelizmente, o heavy metal, apesar de ter iniciado sua saga no início da década de setenta, demorou pelos menos uma década para ver uma cena forte e consolidada no Brasil. No meio de toda a mistura que existia no rock nacional entre 1968 e 1972, o som de guitarra, baixo, voz e bateria puro e simples se tornou equivalente ao rock pesado apresentado na Europa por nomes como Black Sabbath, Deep Purple, Led Zeppelin e Grand Funk Railroad nos E.U.A.  Sendo assim, o rock básico e visceral das bandas nacionais era o que havia de mais pesado naqueles dias. Talvez, quem mais se aproximou da sonoridade das bandas citadas previamente foi o grupo O Peso, com seu único e obrigatório álbum Em Busca do Tempo Perdido (1975), que trazia blues, baladas, além de muitas guitarras e vozes “zeppelinias”. O vocalista Luís Carlos Porto soa como um Rod Stewart tupiniquim e o guitarrista americano Gabriel O’Meara desfila riffs versáteis que dão a tônica do disco. Casa de Rock (1976), foi um dos álbuns mais pesados lançados na época. O Casa das Máquinas já havia se enveredado pela MPB e pelo progressivo, sendo assim, seu último álbum foi uma verdadeira ode ao rock n’ roll.

 
O Peso: Sou Louco Por Você. Uma das melhores bandas nacionais de todos os tempos em parte de sua apresentação no Hollywood Rock de 1975.

 

Mas o som visceral natural do rock n’ roll só foi consolidado em 1974, com o lançamento do primeiro álbum do Made In Brazil. Formado no fim dos anos 60 pelos irmão Vecchione, teve uma discografia que se tornou canônica para o rock nacional (o primeiro álbum, conhecido como “disco da banana”, é um dos mais importantes registros do rock setentista no Brasil) cravando clássicos como Anjo da GuardaPaulicéia Desvairada Jack, O Estripador. A banda ficou mais famosa por entrar no Guinnes Book como a que teve mais variação de formações na história do rock, superando a marca de duas centenas. Outros nomes foram importantes na formatação deste puro rock nacional. O Bixo da Seda, que lançou apenas um álbum em 1975, fez história no cenário nacional, sendo lembrado até os dias de hoje apesar do solitário lançamento. O grupa gaúcho A Bolha teve dois ótimos álbuns em meados dos anos 70, com destaque para  o disco É Proibido Fumar. Já no fim daquela década o Patrulha do Espaço, que se originou com banda de apoio de Arnaldo Baptista (ex-Mutantes), após entrada de Percy Weiss, gravou o primeiro disco de rock independente do país e abriu o show do Van Halen em 1983. O primeiro álbum do grupo é um clássico e traz pérolas como Arrepiado e Vamos Curtir Uma Juntos. Não podemos deixar de citar a banda Santa Gang que fazia um rock n’ roll sincero e de extrema qualidade, o Joelho de Porco, cuja originalidade excedia o comum e o grupo curitibano Blindagem, que deu início ao hard\glam oitentista em nossas terras, antevendo, em 1981, um estilo que só se consolidaria à partir de 1985.

Rock N’ Roll: Made In Brazil, Patrulha do Espaço, Casa das Máquinas (com o disco Casa de Rock) e Santa Gang era nomes de peso no rock nacional, executando um som visceral e sem firulas.

 

Anarquia no Brasil: a gênese punk rock tupiniquim

Tudo bem que os grandes lançamentos do punk rock nacional ganharam vida após o período que compreende nossa era dourada do rock nacional, mas sua gênese está no fim dos anos 70 e começo dos anos 80. O movimento punk brasileiro se inciou com o grupo Restos de Nada, no longínquo ano de 1978. O curioso é que a banda não conhecia o termo que batizava sua sonoridade, mas ao se deparar com a cena estrangeira se identificara de imediato. No grupo estavam duas personagens emblemáticas para o punk rock nacional: o baixista Clemente e o vocalista Ariel. Apesar do precoce encerramento das atividades, o grupo foi de uma influência ímpar para o estilo no Brasil. À partir de 1979 as bandas com filosofia punk invadiram o rock nacional, principalmente no eixo Brasília-São Paulo, com grupos seminais como o Cólera (não deixe de conferir o clássico Pela Paz em Todo o Mundo), Olho Seco (ouça o álbum Botas, Fuzis e Capacetes), Garotos Podres, AI5, Ratos de Porão (que ganhava vida no início dos ano 80 e se tornaria um dos maiores nomes do rock nacional de um modo geral. O antológico álbum Crucificados Pelo Sistema foi o primeiro lançamento punk brasileiro que trazia apenas uma banda) e Inocentes (banda de Clemente). Porém, o primeiro lançamento do gênero seria encabeçado pelas bandas Inocentes, Olho Seco e  Cólera, na coletânea Grito Suburbano, um disco em 45 rpm que trazia quatro faixas de cada banda. Este marco foi lançado no ano de 1982, o auge de “popularidade” do punk brasileiro, com a cena efervescente sendo registrada nos mais diversos meios de comunicação do país. Ao mesmo tempo em que o punk nascia na selva de pedra paulista, no Planalto Central, bandas como o Aborto Elétrico, Blitx69, Plebe Rude e Detrito Federal (banda responsável pelo primeiro lançamento genuinamente punk de uma banda de Brasília, isso em 1985). As bandas que evoluíram da cena punk para o mainstream (como o Camisa de Vênus, Ira!, Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude são exemplos) foram as reais responsáveis por dar certa qualidade ao famigerado amálgama de new wave com rock nacional que assolou os anos 80 sob a alcunha rasteira de BRock.
 
Cólera: Ela Só Sabia Matar. Uma rara apresentação de uma banda punk nacional na televisão. Perceba nos comentário dos jurados ao fim do vídeo que eles tem pouco conhecimento do estilo proposto pelo grupo.
 

 

Por Fim.

Não quero, com o texto exposto, dizer que nada feito no rock nacional, posteriormente ao ano de 1982, é ruim. Longe disso. Bandas como o Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Titãs, Nenhum de Nós, Engenheiros do Hawaii, Golpe de Estado, Dr. Sin e nomes como Lulu Santos e Lobão, fizeram trabalhos relevantes, mas em geral, nos anos 80, as gravadoras ditaram o que seria ou não gravado e a qualidade musical foi sendo suplantada pela visual. Mas o mais danoso neste cenário foi a impressão de que o rock nacional nasceu em 1982, com o lançamento dos primeiros álbuns daquela cena que se tornou tão popular. O maior intuito deste par de postagens é apenas mostrar que existe um rock nacional muito antes destas bandas, tidas como as que deram origem ao nosso rock, quando na verdade, elas se esbaldaram em um ambiente midiático já desbravado pelo esforço de bandas que elevavam suas músicas a um alto nível inexistente na geração new wave, um descendente direta do minimalismo punk. Apesar de todos estes grande nomes surgidos pós-1982, creio que poucos conseguiram capturar a musicalidade e magia que as banda desta dourada geração tinham em suas canções. Podemos citar o Bacamarte, Violeta de Outono e o Sagrado Coração da Terra como nomes mais que relevantes e herdeiros do que podemos chamar de rock clássico brasileiro.
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4 comentários Adicione o seu

  1. lelo disse:

    E “O Terço” com Flávio Venturini, Moreno, Sergio Magrão e Sergio Hinds, não entra nessa galeria do rock brasileiro?

    Curtido por 1 pessoa

    1. Boa tarde… O Terço foi destacado na primeira parte de nossa viagem pela era mais gloriosa do rock nacional… Segue o link… https://gavetadebagunca.wordpress.com/2013/12/14/rock-made-in-brazil-a-era-de-ouro-1968-1982-parte-1/

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  2. Esta era do rock nacional merece todo o nosso respeito, pois tudo era feito na raça e com muito amor. O respaldo da mídia era quase nulo antes de 1982, fazendo com que muitos brasileiros acreditam que o rock nacional começou nos anos 80. Tentei dar uma panorama geral do período que precedeu a todo o sucesso onde e a Santa Gang é uma das bandas mais legais, pena que tenham apenas um hoje raríssimo registro, um item que infelizmente ainda não tenho na minha coleção… Abraços e obrigado pelo comentário que só engrandece ainda mais a postagem!

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  3. Sou filho de Lucio Zapparoli (SANTA GANG) e fico feliz em ver que ainda existam pessoas que se preocupem em manter o registro de fatos, personagens e história que não se deve esquecer.
    Parabéns pelo conteúdo e por todo o trabalho.

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