DEATH METAL: 11 Discos Para Conhecer o Metal da Morte

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O metal extremo está além da musica em si.

Bandas que não possuem um som altamente brutal tem presença em suas fileiras devido a sua postura ou influência em bandas principais de cada sub-gênero da música extrema.

Se valendo de brutalidade em contraste com a harmonia musical, nenhum estilo conseguiu unir mensagens anti-religiosas, literárias ou bélicas com trilha sonora perfeita para tais cenários.

Seja a obscuridade do satanismo, ao som forte das bombas de uma guerra, ou da misticidade contida nas letras deprimentes de um gótico, o metal extremo é versátil e apaixonante.

Assim, com ou sem couros, tachinhas e capas pretas, cruzes e pentagramas, em nome do bem ou do mal, estas bandas estão representando a música na sua forma mais brutal, e mostro agora onze álbuns relevantes para quem quer conhecer um dos mais intrigantes e instigantes estilos do  metal extremo.

Guarde o seu preconceito e se introduza na música anti-conformista do Death Metal.

 

UM POUCO DO “METAL DA MORTE”

O melhor adjetivo para o detah metal é o titulo que um dos seus pilares concedeu ao seu derradeiro álbum de estúdio: “O Som Da Perseverança” (titulo do álbum The Sound Of Perseverance, de 1998, lançado pela banda Death).

O Death Metal tem como foco principal, desde seu advento, explorar temas incômodos, indo alem dos paradigmas pré-estabelecidos pelas convenções. A sonoridade sempre mostrou total indignação aos belos padrões musicais e sociais, sem que isso depreciasse o produto artístico final.

Chuck Schuldiner e o Death, um das mais importantes bandas da história do Death Metal.

As bandas que mergulhavam no estilo confrontavam a hipocrisia da não abordagem de certos temas pelo senso comum de que tais elementos eram errados, mas que, ironicamente, nos cercavam cotidianamente.

Toda esta postura de revolta fica clara nos vocais altamente irados, guitarras dilacerantes e cozinha pulsante, quase sempre em uma velocidade extrema e recheada de brutalidade.

Apesar de ser um estilo moldado com o tempo, o grande nome do Death Metal foi Chuck Schuldiner, que fundou um dos marcos do estilo em 1983, o Mantas, ao lado do baterista e vocalista Kam Lee, que mais tarde viria a fundar outro importante nome do estilo, o Massacre.

Alteraram o nome da banda para Death em 1984, e fizeram história ao lado de outros precursores, como Possessed, Hellhammer, que mais tarde viraria o fabuloso Celtic Frost, e o Morbid Angel.

Possessed: Uma das primeiras bandas a levantar a bandeira do metal da morte

Como todo estilo musical, o Death Metal não começou a partir de um único nome e muito menos possui uma data de nascimento. Foi uma revolução musical de jovens cheios de energia que queriam uma música mais pesada em todos os sentidos, tendo o Death transitado livremente dentre as mais diversas variações dentro do gênero, até atingir uma sonoridade sem precedentes, e na sua fase final era o expoente máximo do Techincal Death Metal.

No final da década de oitenta já haviam duas cenas muito fortes, separadas em dois continentes. Na América tínhamos a Flórida, mundialmente conhecida pelos seus furações e pela sua fortíssima cena Death Metal. Esta cidade nos revelou verdadeiros bastiões do estilo como Obituary, Morbid Angel, Death, e Cannibal Corpse.

Nos Estados Unidos ainda tínhamos algumas bandas clássicas pinçadas em outras cenas pontuais, como a de Nova Iorque (Immolation ) ou da Califórnia (Autopsy).

Na Europa, a qualidade e a quantidade de bandas não deixavam a desejar frente aos americanos. A cena escandinava se destaca fortemente pela originalidade da sua forma , vide Entombed, Dismember e Unleashed.

Entombed: Um dos maiores nomes do death metal no
velho continente.

A originalidade era tamanha que era possível distinguir as bandas suecas das demais simplesmente pelo timbre das guitarras. Não podemos deixar de enaltecer a cena inglesa com Carcass, Napalm Death e Bolt Thrower, indispensáveis para a evolução e ramificação do Death Metal num dos subgêneros mais variados dentro do Rock.

Obviamente existem outras bandas espalhadas pelo mundo, com trabalhos interessantes e que valem a pesquisa do leitor que se interessar por este estilo musical viciante, principalmente a cena riquíssima cena brasileira, que não deve em nada às estrangeiras, mas que para uma introdução ao gênero prefiro deixar de fora, tentado buscar uma amplitude maior de formatações do Death Metal.

Enfim, o Death Metal se especializou em tirar do recôncavo da mente os desejos mais obscuros e ilícitos. A partir daí, nasceram subestilos que se baseavam nos mais diversos assuntos incômodos: necropsia médico-legal, canibalismo, decapitação, e toda inspiração que pudesse ser tirada de filmes de terror classe B.

Desta forma, experimentamos os nojentos versos de bandas como o Cannibal Corpse e o Carcass, esta última que nos apresentou uma das mais fantásticas metamorfoses dentro do estilo.

E quando todos achavam que nada mais veloz e brutal que o Death Metal poderia ser criado, o Napalm Death surgiu para fazer estremecer todas as paredes das casas dos que alardeavam a chegada do ápice do peso no Heavy Metal.

O Death Metal é um estilo que esta sempre inovando, sendo uma das ramificações do Heavy Metal com mais variabilidade dentro de si: temos o Brutal Death Metal (Raise Hell, Lock Up, Jungle Rot), o Melodic Death Metal (Arch Enemy, Children of Bodom e o próprio Carcass), o Technical Death Metal (Death, Cryptopsy e Nile) e, pasmem, existe até uma fusão de jazz com Death Metal perpetrada pela banda Virulence em seu álbum A Conflict Scenario, uma peça pitoresca da história da música.

 

Confira também nossa lista com 10 álbuns para conhecer o Thrash Metal da Bay Area, aqui

 

11 DISCOS PARA CONHECER O DEATH METAL

Primeiramente, minha lista não busca os cânones do Death Metal, mas álbuns que considero ótimas mostras da variedade que este estilo tão subestimado pode apresentar.

O principal é ouvir cada disco e identificar qual mais caiu em seu apreço pessoal, e assim partir para novas descobertas do mundo da “podreira” musical.

Confesso que foi difícil escolher somente 11 itens, mas aqui estão os álbuns que mais gosto dentro do estilo.

Este número foi escolhido em especial para fugir das quantidades costumeiras às listas, visto que o death metal é um estilo que foge aos padrões, o façamos aqui também.

 

1. Napalm Death: From Enslavement To Obliteration (1988).

Um disco com vinte e duas músicas em 1988 era no mínimo curioso. Tudo bem que os fãs do Napalm Death já haviam experimentado o álbum anterior, Scum, com 28 exemplos de pura brutalidade na velocidade da luz. Este segundo álbum do quarteto inglês pode não ser seu mais clássico petardo, mas foi minha porta de entrada na música extrema. Evolved As One, Unchallenged Hate, From Enslavemet to Obliteration, Practice What You Preach e Mentally Murdered me soavam muito musicais em meio a toda a brutalidade impressa naquele disco preto, que mais tarde eu descobria se tratar de um álbum de grindcore.

Ouça também os álbuns “Scum” (1987), “Harmony Corruption” (1989) e “Smear Campaign” (2006)… 

2. Celtic Frost: To Mega Therion (1985).

Este álbum possui a melhor capa que um álbum de metal extremo já apresentou até os dias de hoje. A obra de H. R. Gigger estampava o segundo álbum dos suíços do Celtic Frost, um dos pioneiros da cena Death Metal. A banda nasceu das cinzas do Hellhammer, um dos inspiradores do gênero e apresenta neste álbum clássicos sem par, como se estivéssemos diante de uma coletânea. Basta lembrar que a antológica canção Circle Of The Tyrants abre o lado B do vinil. Um dos álbuns mais influentes do gênero.

Ouça também os álbuns “Into the Pandemonium” (1987) e o EP do Hellhammer, intitulado “Apocalyptic Raids” (1984)...

 

3. Possessed: Seven Churches (1985).

O álbum responsável por avançar as fronteiras do Thrash Metal. Se existe uma banda pioneira para o Death Metal esta seria o Possessed, que implementou vocais mais agressivos, acelerou o máximo as suas canções  e influenciou 60% dos nomes elencados nesta lista. Canções como The Exorcist (onde temos um prenúncio dos “blast beats”), a assustadora Pentagram, Twisted Minds e a violenta Death Metal mostravam que o Possessed poderia ser mais rápido e mais satânico que o Venom.

Ouça também o álbum “Beyond The Gates” (1986) … 

4. Death: The Sound Of Perseverance (1998).

Ao contrário do que se pensa, é necessária muita técnica para desenvolver um bom death metal.  Quando se deseja misturar o estilo brutal e rápido com elementos da música progressiva o pré-requisito é ainda mais elevado. O Death sempre foi a banda que mais mostrou evolução dentro do estilo e, quiçá, a mais importante do segmento, sendo um dos idealizadores do Technical Death Metal. Seu último álbum é uma aula de canções velozes, intricadas e diferenciadas. Nada aqui é previsível, e canções como Scavenger of Human Sorrow, Bite The Pain, a monstruosa Spirit Crusher, To Forgive Is To Suffer e o cover para Painkiller (do Judas Priest), mostram que o estilo tem sua classe. Arrisco a dizer que este é o melhor disco da lista.

Ouça também “Scream Bloody Gore” (1987), “Leprosy” (1988), “Individual Thought Patterns” (1993) e “Symbolic” (1995)…

5. Carcass: Heartwork (1993).

Sem sombra de dúvida, uma das bandas mais surpreendentes da história do heavy metal. Um grupo que começou tocando uma violentíssima, dura e ininteligível descarga sonora, com letras degradantes e nojentas em seus primeiros álbuns, tornou-se um dos mais requintados e técnicos grupos metálicos de sua época. Tido com um dos maiores discos de Death Metal da história, Heartwork é o expoente máximo do que se convencionou como Death Metal Melódico. Um dos pilares do grindcore e do splatter metal, o Carcass mostrou como seria possível, de modo homogêneo, misturar os elementos do heavy metal clássico com os vocais agressivos do Death Metal e requintar mais sua produção. Desta forma, Heartwork, No Love Lost, Death Certificate, Carnal Forge e Buried Dreams nos diziam que nem só de “podreira” vivia o death metal.

Ouça também os álbuns “Reek of Putrefaction” (1988), “Symphonies of Sickness” (1989), e “Necroticism – Descanting the Insalubrious” (1991)… 

6. Brujeria: Matando Gueros (1993).

O termo Brujeria foi associado a um dos massacres mais terríveis da historia mexicana, onde 24 pessoas foram encontradas mortas com o corpo esquartejado e na parede estava escrita a palavra Brujeria. Neste caso, Brujeria se refere a um verdadeiro dream team do rock pesado em prol da música extrema. Membros do Fear Factory, Faith No More e Napalm Death se juntaram a descendentes de mexicanos para formar uma banda insana. O Brujeria conseguiu criar toda uma mística em seu entorno, misturando o submundo do tráfico de drogas a rituais satânicos, pincelados por prostituição e necrofilia. Este álbum é um acepipe diferenciado dentro do cenário do death metal, com vocalizações em espanhol, a cargo de Juan Brujo, que causam um impacto assustador. Experimente Matando Gueros, Molestando Niños Muertos e Santa Lúcia 

Ouça também os álbuns “Raza odiada” (1995) e “Brujerizmo” (2000)…

7. Cannibal Corpse: Tomb of Mutilated (1992).

Este é o momento em que o death metal chegou a ser “pop”, afinal esta banda apareceu no filme Ace Ventura, em 1994, executando exatamente a faixa de abertura deste álbum, a “canção” Hammer Smashed Face. Sem dúvidas este álbum não vale somente por este clássico absoluto, pois ainda temos os poéticos versos de I Cum Blood, Addicted to Vaginal Skin, Post Mortal Ejaculation e Entrails Ripped from a Virgin’ entoados pelo vocal gutural de Chris Barnes. A capa ainda trazia um casal de corpos em decomposição numa cena de sexo oral. Este álbum é um curso intensivo do que é o death metal.

Ouça também os álbuns “Eaten Back to Life” (1990), “Butchered at Birth” (1991), e “Bloodthirst” (1999)… 

8. Amorphis: Tales From a Thousand Lakes (1995):

Esta é a banda que apresentou a maior metamorfose sonora ao longo da carreira enumerada nesta postagem. A banda primava por um death metal que misturava passagens de progressivo resultando em um estilo único. Com o tempo a banda foi agregando elementos diversos e, hoje em dia, não existem nem traços do som brutal de outrora. A banda primava por um death metal que misturava passagens de progressivo resultando em um estilo único, até que sua perspicácia e originalidade os guiaram até está obra magnífica. Canções como Black Winter Day, Forgotten Sunrise, Magic and Mayhem e Moon And Sun mesclavam elementos de heavy metal tradicional, doom metal, progressivo,  mas sem deixar o death metal de lado. O disco mais “bonito” da lista.

Ouça também os álbuns “The Karelian Isthmus” (1992), “Elegy” (1996), “Tuonela” (1999), e “Under the Red Cloud” (2015)…

9. Morbid Angel: Altars Of Madness (1989):

Uma das primeiras bandas de death metal, o Morbid Angel pertencia à fortíssima cena da Florida. Produziu seu primeiro álbum em 1986,  pela Earache Records, denominado Abommination of Desolation, porem este só foi liberado em 1991. O segundo álbum, Altar of Madness, foi lançado primeiro e se tornou um sucesso em todo o underground por canções icônicas como Immortal Rites, Visions From The Other Side, Maze of Torment, Lord of Fevers and Plague e Blasphemy.

Ouça também os álbuns “Blessed Are The Sick” (1991), “Covenant” (1993), “Formulas Fatal to the Flesh” (1997) e “Gateways to Annihilation” (2000)…

10. Obituary: Cause Of Death (1990):

A banda com mais groove da lista, talvez seja uma das mais interessantes do estilo, pelo menos é uma das minhas favoritas. Este é o segundo álbum do Obituary e traz clássicos do quilate de Dying, Find The Arise, Chopped In Half e um cover para Circle Of The Tyrants. Eles conquistaram muitos fãs pelos riffs endiabrados da dupla de guitarras, a cargo de Trevor Perez e o gênio James Murphy, além da cozinha violentíssima.

Ouça também os álbuns “Slowly We Rot” (1989), “The End Complete” (1992), “World Demise” (1994) e “Xecutioner’s Return” (2007)…

11. EntombedLeft Hand Path (1989):

Um das cenas mais interessantes do estilo ficava na Escandinávia. O líder deste movimento era o Entombed que causou alvoroço desde a primeira demo, But Life Goes On, que logo chamou a atenção da Earache Records. Com este primeiro álbum, Left Hand Path, lançado em 1989, mostraram um death metal pesado, mas muito influenciado pelo rock n’ roll, algo que ficaria nítido com o passar dos anos. Mas são deste álbum, Left Hand Path, But Life Goes On, Drowned e Bitter Loss. É impossível não se impressionar com a timbragem das guitarras deste álbum. 

Ouça também os álbuns “Clandestine” (1991), “Wolverine Blues” (1993), “Uprising” (2000) e “Inferno” (2003)…

 

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17 comentários Adicione o seu

  1. Dinho disse:

    Primeiramente eu gostaria de cumprimentar o autor do artigo por falar deste estilo musical. Eu realmente amo o Death Metal e foi muito bom ler esta matéria, mesmo não tendo lido nada de novo, mas para um leigo foi uma boa matéria.

    Porém, a matéria deixa a desejar em um aspecto, você não mencionou o metal extremo brasileiro.

    Veja bem, por exemplo, quando surgiu o Entombeb? Meados de 87/88, não me recordo ao certo. Agora, quando surgiu o Sepultura (Death Metal no início)? Quando surgiu o Sarcófago? Quando surgiu o SexThrash? Enfim, existiu uma cena interessantíssima em Belo Horizonte, BRASIL, na mesma época (ou até antes em relação a alguns lugares) em que coisas boas estavam acontecendo mundo afora em relação ao metal extremo, porque não valorizar e citar isso? Fazer um tópico à parte? Porque? Afinal, o que rolou nas terras tupiniquins em meados dos anos 80 foi tão foda e surpreendente quanto em qualquer outro lugar do mundo e com o detalhe de que aqueles músicos estavam no Brasil, país onde se fala apenas o português, lugar subdesenvolvido, onde o grande atrativo é o carnaval, etc. Os caras foram foda. Havia também uma sonoridade característica, ou seja, muitas coisa para falar.

    A minha convicção é de que faltou este diferencial neste artigo, perdeu-se a chance de escrever algo mais abrangente e justo, afinal quem melhor que um brasileiro para falar da cena brasileira? Ainda mais porque o lance foi realmente importante.

    Bom, trata-se de uma crítica construtiva, porém verdadeira. No mais, rendo, mais uma vez, elogios à matéria.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Obrigado pelo comentário Dinho, enriquece muito nosso texto… A ideia original do artigo era apenas apresentar uma lista introdutória que abrangesse pontos estratégicos do estilo… A consequência imediata desta lista seria despertar a curiosidade de não iniciados no estilo, afinal, este tipo de enumerado se torna obsoleto àqueles que já são fãs.

      No meu caso, ainda afirmo que deixei de lado álbuns dos quais sou fã para indicar outros que acho serem mais envolventes (por exemplo, prefiro o “Slowly We Rot”, mas indiquei o “Cause of Death”), seja pelas composições ou pela produção e, neste quesito, a produção, alguns álbuns brasileiros do período em que citou podem assustar estes não iniciados da moderna era digital…

      No mais, acredito que aqueles que se “evangelizaram” pelo textochegaram na mesma certeza que eu: A MELHOR BANDA DE DEATH METAL ATUAL É O KRISIUN!!! Mas acredito que essa constatação tem que ser feita por cada um!

      Só dei uma leve introdução aos não iniciados e estava longe das minhas pretensões “pregar para convertidos”!!! Abraços e divirta-se com nossos textos, temos muitos exclusivos à música nacional e muito orgulho do apoio que damos à cena nacional atual, distante do saudosismo… Ah! E esse ano ainda pinta uma lista de Metal Nacional…

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  2. Matando Gueros do Brujeria de 1993 é dos mais horripilantes até hoje!!

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  3. Lucas disse:

    Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Obrigado pelos elogios à lista… Nosso objetivo era exatamente apresentar alguns álbuns para o iniciante no Death Metal… E lembre-se que o melhor de uma lista é o que não está nela… Abraços e volte sempre…

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  5. O álbuns citados poderiam muito bem entrar na lista, afinal são clássicos inquestionáveis… Peguei apenas um álbum de cada banda para ter um leque maior de bandas… Não se preocupe, a ordem da lista não exprime uma preferência… Não é uma classificação por importância, é simplesmente uma forma de numerar… Aos nossos ouvidos, todos estão no mesmo patamar de qualidade e importância para o estilo…

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  6. Claro que das bandas ja faladas varios discos como: Symbolic, Xecutioner's, Tounela e elegy, vile,swansong, blessed are the sick poderiam estar dentro…
    E tirando o Brujeria, acho que essa foi a melhor lista que eu achei na internet, bem coerente e educativa

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  7. Ahhh e a ordem tambem não achei muito justa.
    Mesmo sendo mais fã de Obituary, Carcass, Amorphis e Cannibal acho que DEATH e POSSESSED mereciam o topo.

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  8. Ahhh e a ordem tambem não achei muito justa.
    Mesmo sendo mais fã de Obituary, Carcass, Amorphis e Cannibal acho que DEATH e POSSESSED mereciam o topo.

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  9. Claro que das bandas ja faladas varios discos como: Symbolic, Xecutioner's, Tounela e elegy, vile,swansong, blessed are the sick poderiam estar dentro…
    E tirando o Brujeria, acho que essa foi a melhor lista que eu achei na internet, bem coerente e educativa

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  10. Seriam belas indicações aos iniciantes.
    Mas o Napalm Death possui um caráter mais pioneiro (poxa, os caras iniciaram todo um estilo dentro da música extrema) do que o Krisiun, banda nacional seminal, que lançou um ótimo álbum em 2015, e que caberia no lugar do Brujeria!
    Abraços e volte sempre!?!

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  11. Unknown disse:

    trocaria Brujeria por Deicide e napalm death pelo Krisiun, grande banda de death metal brasileira que só me orgulha!

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