ATUALIZANDO A DISCOTECA: Dark Inquisition, “Before the Battle” (2016)

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Dark Inquisition: “Before the Battle” (2016, Abigail Records)

A banda Dark Inquisition foi formada em 2000 e desde 2002, baseia sua sonoridade num amálgama de folk/black/death/heavy metal. Neste meio tempo,  este é o segundo EP da banda, sendo que temos uma década de distância entre os dois trabalhos (completam a discografia mais três demos) e segundo o vocalista Malkafly, neste recomeço a melhor definição para o Dark Inquisition é “uma banda de metal extremo, que mistura levadas de musica medieval. As letras falam do ser humano em seus primórdios, indiferente da cultura”.  Com obscura aclimatação folk e altas doses do tradicional metal escandinavo, temos três faixas que exploram excelentes evoluções de arranjos e andamentos, em sua maioria, alicerçados na mistura de metal tradicional, intercalados por momentos mais agressivos e aclimatados de modo mais sombrios do que roto e sujo.

A alta musicalidade, embalada numa produção impecável, sem descambar para a agressividade gratuita, foge da faceta majestosa praticada por alguns nomes do Pagan/Folk Metal atual, sendo que alguns andamentos soam quase austeros, apesar do alto teor artístico impresso nas músicas, que exploram flautas, cânticos, e progressões folk, em meio a guitarras pesadas e saturadas, vocais monstruosos, forjando um hinário pagão cativante, envolto num nevoeiro de detalhes com referências ao trabalho de ícones do estilo, como Amon Amarth e Finntroll.

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A Dark Inquisition foi formada em 2000 e que desde 2002 compõe a partir da fusão do folk com black/death/heavy metal. Para o vocalista Malkafly, neste recomeço a melhor definição é “uma banda de metal extremo, que mistura levadas de musica medieval. As letras falam do ser humano em seus primórdios, indiferente da cultura”. 

Neste contexto, “Exilium” é o maior destaque das três composições, trazendo vocais limpos muito bem explorados, enquanto “Glorification of Evil”, com seu riff obuscuro, combinando bem agressividade e melodia, foi escolhida como faixa de trabalho. Quiçá, “Spiritfolk” seja a faixa mais ousada dentro da proposta, com sua belíssima abertura, sendo uma abordagem que torço para que a banda explore um pouco mais em “We are coming”, primeiro álbum completo, masterizado na Finlândia pelo engenheiro de som Mika Jussila (responsável por trabalhos do Children of Bodom, Stratovarius, Therion, entre outros), do Finnvox , e com previsão de chegada ao mercado no fim deste ano. Um EP promissor, pra dizer o mínimo!

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