ATUALIZANDO A DISCOTECA: Pretty Maids, “Kingmaker” (2016)

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Pretty Maids: “Kingsmaker” (2016, Frontiers Music)

O Pretty Maids possui três fases distintas em sua carreira. A primeira é a espetacular fase oitentista, que compreende clássicos como “Red Hot and Heavy” (1984) e “Future World” (1987), que definiram as bases da sonoridade Hard N’ Heavy da banda, indo até o início dos anos 1990, quando o estilo foi assolado pelo grunge, dando início às trevas de sua segunda fase, que vai de 1994, com o álbum “Scream”, até 2006, quando lançaram “Wake Up to the Real World”, e muito bem resumida no álbum de regravações lançado em 2014.   Com o lançamento do já clássico “Pandemonium” (2010), abriram a terceira fase de sua carreira, ao revitalizar sua abordagem sonora clássica, modernizando um pouco mais o Hard n’ Heavy classudo, dotado de riffs muito bem sacados, aliados ao peso do Heavy Metal, refrãos empolgantes e melodias naturais ao Hard Rock, que deram à dupla Ronnie Atkins e Ken Hammer o status de mestres artesãos de um gênero.

 Confira o clipe da faixa “Face The World”

“Kingmaker”  é o mais novo capítulo desta fase da banda, que de modo louvável sempre se manteve ativa e produtiva, não decepcionando nestas novas composições, carregadas de adrenalina e andamentos encorpados, fazendo com que o convívio de faixas mais pesadas com outras voltadas ao Hard Rock seja harmonioso, muito e decorrência da modernização de sua proposta. A produção de Jacob Hansen foi crucial para esta sonoridade encorpada e vibrante, conseguindo ambientar o álbum na interseção entre o moderno e o clássico.

 Confira a faixa “Humanize Me”

A voz de Atkins está ainda melhor que antes, conseguindo oscilar entre a melodia Hard Rock e a pujança Heavy Metal, sendo o único elemento que se sai magnificamente bem nas duas abordagens.  Mas é impossível não mencionar que a banda como um todo se sai bem melhor quando deixam o Metal Tradicional invadir composições como “Kingmaker”, “Was That What You Wanted”, “King Of The Right Here And Now” e “Civilized Monsters”, imprimindo mais sombras no habitual colorido Hard Rock, que, por sua vez, está bem representado em “Bull’s Eye”, “Humanize Me”, e em “Face The World”.

Mesmo com momentos menos inspirados, como na balada “Last Beauty on Earth” e em “Heaven’s Little Devil”, que soam menores dentro do contínuo alto nível das outras nove faixas, este álbum tem tudo que se pode pedir do Pretty Maids: um turbilhão roqueiro pesado, empolgante e energético!

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