ATUALIZANDO A DISCOTECA: Achiote, “Loneliness of Endles Days”

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Por Will Bernardes

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Achiote, “Loneliness of Endles Days” (2017, V.R. Label Finland) NOTA:6,5

O Heavy Metal Finlandês se caracteriza pela mescla de gêneros, fato que dificulta na hora de atribuir um rótulo às bandas, mas a sensação quando ouvimos o disco é na maioria das vezes satisfatória. Em seu segundo álbum, Loneliness of Endless Days”, lançado em fevereiro de 2017, o Achiote apresenta uma mistura de suas influências no Hard Rock dos anos 70 e o Metal dos anos 90, combinando Heavy Metal melódico com inserções grunge e um sutil Prog Metal. A banda se formou na cidade de Turku em meados de 2009 e atualmente conta com Janne Salminiemi (Vocais e guitarra), Timo Toikka (guitarra), Jussi Vuola (bateria e vocais), Tuomas Riihimäki (sintetizadores e órgão) e Teemu Jortikka (baixo) que veio a substituir Anu Marttila (baixo e vocais) forçada a deixar a banda por questões de saúde.

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Em seu segundo álbum, “Loneliness of Endless Days”, lançado em fevereiro de 2017, o Achiote apresenta uma mistura de suas influências no Hard Rock dos anos 70 e o Metal dos anos 90, combinando Heavy Metal melódico com inserções grunge e um sutil Prog Metal.

A saída de Marttila, somado a outros problemas pessoais dos demais integrantes, influenciou toda a estrutura do álbum, resultando em composições sobre tristeza e superação. Ao longo de suas dez faixas destaca-se a competência de seus instrumentistas, mostrando-se uma banda coerente que se aventura por várias vertentes. Já por parte dos vocais, Janne conduz bem as canções, porém falta segurança e força nas notas mais altas, talvez até porque a cadência das músicas o limitam um pouco. 

Confira o clipe para a faixa “It’s a Trap”…

Destaques para a boa Seduction” (faixa com pegada mais anos 70, lembrando em várias passagens os teclados dos álbuns do Deep Purple), Ocean Blue” (com mais características do grunge) e “Loneliness of Endless Days” que evolui de uma intro mais progressiva para um prog metal, tornando se a faixa mais elaborada e umas das melhores. Trata-se de um bom álbum de Heavy Metal, embora nos deixe a impressão que a banda ainda não encontrou seu rumo nem definiu sua personalidade.

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