ATUALIZANDO A DISCOTECA: Guilherme Costa, “The King’s Last Speech” (2017)

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Guilherm Costa The King's Last Speech
Guilherme Costa: “The King’s Last Speech” (2017, Dunna Records) NOTA:8,0

“The King’s Last Speech”, é o primeiro trabalho solo do jovem guitarrista mineiro Guilherme Costa, contendo três faixas instrumentais, produzido por Gus Monsanto e Celo Oliveira, e esbanjando influências grandiosas dentro do Rock/Metal, de nomes como Tony Iommi, Joe Satriani, Kiko Loureiro e Paulo Schroeber.

“Come On And Play” abre o trabalho com melodia e virtuose encharcadas de adrenalina, bem semelhante à geometria que tornou Joe Satriani conhecido do grande público, mas com identidade, feeling e luz própria, enquanto a faixa-título irá, mais à frente, acelerar estes elementos com muito bom gosto, beirando a excelência erudita.

Confira o clipe da faixa “Come On And Play”… 

Esta faixa rendeu um clipe produzido por Ricardo Assis, da Big Boss Produções, especializada na cultura Geek, sobre o qual o músico comentou: “O videoclipe de ‘Come on and Play’ pode-se dizer que é uma fusão de duas coisas que me identifico muito. A música em si e as influências da cultura geek. Desde pequeno sempre tive vivência com games e anime, então achei interessante colocar uma referência disso em meu clipe, e inclusive fiquei super satisfeito com o resultado!”

“The King’s Last Speech”, é o primeiro trabalho solo do jovem guitarrista mineiro Guilherme Costa, contendo três faixas instrumentais, produzido por Gus Monsanto e Celo Oliveira, e esbanjando influências grandiosas dentro do Rock/Metal, como Tony Iommi, Joe Satriani, Kiko Loureiro e Paulo Schroeber.

Este tipo de trabalho instrumental é um terreno perigoso, pois pode-se cair na auto-indulgência, deixando o todo enfadonho àqueles que não são músicos e não compreendem os atletismos técnicos utilizados em cada passagem. O que não acontece nessas três composições, que esbanjam envolvência, muito pela pegada Hard Rock que deixou as linhas mais cativantes, construindo boas músicas, com estrutura acessível, e não simplesmente colando exercícios intrincados nas seis cordas.

 Além disso, Guilherme oxigena bem suas composições com variações dinâmicas dentro dos arranjos, além criar interessantes refrãos instrumentais.

Completa a trinca de composições, “The Beginning of a Journey”, uma bela balada, cheia de feeling e belas variações de texturas, com influências progressivas em alguns momentos.

Um empolgante e promissor cartão de visitas.

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