ATUALIZANDO A DISCOTECA: Barcode Stoned Drivers, “Private Pandemonium” (2017)

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Por Will Bernardes

Barcode-Stoned-Drivers
Barcode Stoned Drivers: “Private Pandemonium” (2017, Independente) NOTA:9,5

Formada exclusivamente por Paul Dini, a banda curitibana Barcode Stoned Drivers lançou em 2017 seu primeiro álbum, reunindo 9 faixas de um rockão de garagem sujo e com ótimas passagens setentistas em conjunto com um estilo despojado que nos remete ao saudoso grunge dos anos 90, com andamentos alternativos e boas pitadas de Pop Rock.

Isso mesmo, uma banda de um homem só. Paul Dini além de compor, trabalhou na mixagem, produção e tomou frente nas gravações de TODOS os instrumentos presentes no álbum (Guitarra, baixo, bateria) e ainda, as partes vocais.

Puramente Stoner Rock, o álbum é direto e intercala boas dosagens de elementos sinérgicos dos gêneros que servem de inspiração ao estilo (Hard Rock, Rock Psicodélico, Acid Rock), abrangendo a musicalidade a patamares consideravelmente coesos e ousados, transparecendo rebeldia, revolta e auto reflexão em suas composições.

Confira o álbum na íntegra, via youtube… 

Logo nas primeiras palhetadas firmes de “Pandemonium Pt. 1”, que abre o álbum, somos instigados com veemência, seguindo com a explosiva “I’m Neurotic”, onde a guitarra suja emana riffs enérgicos e certeiros.

“Stoner Love” é contagiante pela letra bluesy e pegada alternativa instigante, sendo impossível permanecer inerte ao ouvi la.

“Politicians” esbanja energia Punk Rock, com base explosiva tanto no instrumental seco e escrachado quanto nas letras ácidas sobre um assunto que segue em nossa realidade de forma negativa, ou seja, política e corrupção.

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 A banda curitibana Barcode Stoned Drivers é uma one-man-band, personificada por Paul Dini, que mostrou-se versátil e criativo nas nove faixas que compõem “Private Pandemonium”, concretizando toda sua paixão pelo Rock, independente de estilos e vertentes.  

Destacam se também as ótimas “Mydriasis” (com uma guitarra envolvente e simetricamente bem timbrada), “Two Millions Dogs”, “Panic Attack” e “Free Me” (voltada mais ao Pop oitentista).

Paul Dini mostrou-se versátil e criativo, entregando em “Private Pandemonium” toda sua paixão e conhecimento pelo Rock, de maneira orgânica e concisa, independente de estilos e vertentes.

Um álbum composto de vários ingredientes que fazem um projeto ser notório, alcançando de forma brilhante um status de qualidade consideravelmente técnico e inteligível.

Aumentem o som e curtam!

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