ATUALIZANDO A DISCOTECA: Final Void, “Sounds of Absence” (2017)

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Por Will Bernardes

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Final Void: “Sounds of Absence” (2017, Inverse Records) NOTA:8,0

Em seu debut, o Final Void propõe uma sonoridade singelamente elaborada, emulando características de bandas que influenciaram em seu desenvolvimento em meados de 2012, quando o grupo se formou em Tampere na Finlandia.

Nomes conhecidos como Sentenced, Opeth, Sonata Arctica e Katatonia, são de grande contribuição para a construção musical do quinteto, que ao longo de 3 anos, desde sua formação, aprimoraram suas técnicas e cresceram musicalmente, para só assim dar o primeiro passo no processo de elaboração de seu primeiro álbum, por volta de 2015.

Os traços de suas origens Hard Rock permaneceram, mas o que se vê em “Sounds of Absence”, é uma ponte entre o Rock melódico e o Heavy escandinavo, o que traz no conceito final do disco, uma mistura homogênea de estilos que, em grande parte da obra, agrada pela diretriz sonora e explorações técnicas sutis, contudo bem dosadas.

Confira a faixa “Dianthus”… 

As variações no decorrer das músicas soam naturais e bem dinamizadas, onde vocais melódicos e guturais se alternam no tempo certo, sustentadas pelas mudanças de cadencias instrumentais, com guitarras sólidas e bem timbradas tanto em base quanto solos, e a cozinha baixo e bateria que enaltece bem o peso nos andamentos.

Destaques vão para “Dianthus”, onde o instrumental é bem conduzido e a ambientação gótica soa bem concisa. E “For you” que mostra o lado mais melódico do grupo, com linhas mais rápidas e elevadas, e um refrão que gruda logo de primeira. Ainda “Desperation Rises”, “Bad Memory” e “The Day You Sold Your Heart” completam a lista de melhores do álbum.

Confira a faixa “Thoreau”… 

O quinteto apresenta em “Sounds of Absence” uma tentativa de explorar seus conhecimentos técnicos, diversificando suas influencias, contudo o que se ouve nas 9 faixas, apesar dos variados direcionamentos, é um compilado de composições usuais mas que não se definem em um único gênero. Apesar da simplicidade os finlandeses alcançam um trabalho de boa qualidade com um tracklist bem requintado.

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